Compartilhando com vocês meu planejamento

Olá, internet. Cá estou eu mais uma vez. E o post de hoje é muito simples, porém importante para mim: irei compartilhar com vocês o meu planejamento para fazer essa máquina toda girar. E vou conversar com vocês todos de uma maneira bem franca sobre como e porquê decidi fazer blog e canal a essa altura do campeonato.

Novinha, eu?

Por incrível que pareça, esse não é o meu primeiro, nem segundo, nem terceiro, nem quarto, nem quinto (sério!!!) blog. Eu já tive muitos, muitos mesmo, mas acho que foi em meados de 2012 que decidi parar de tentar criar nomes para eles. Sério. Sou péssima nisso. E desde então nasceu o Carolina Haine, que na época era hospedado num simples e humilde servidor gratuito do WordPress.com. O conteúdo dele? Resenhas e descobertas acadêmicas. E resenhas de chá. Ao revisitar esse conteúdo, achei tão legal que resolvi migrá-lo para cá, então acessando o arquivo, você pode conhecer como era a minha vida na época.

Foco pra quê se eu posso falar de tudo?

A louca, né. kkkkk Eu já tive blog de diário virtual, de anime, de esmaltes, de pixel art, de textos acadêmicos… Quando fiz esse aqui, resolvi chutar o balde e falar sobre um pouco de tudo. Isso é completamente ao contrário do que os especialistas em blog recomendam, mas eu tô nem aí, me sinto bem feliz assim. Atualmente, o meu foco não é falar sobre temas específicos, e sim tentar aprender conceitos básicos do design diariamente. Basicamente, o blog é minha escolinha pessoal de aprimoramento nas minhas habilidades. 🙂

Ah, importante falar que isso NÃO SE APLICA ao YouTube. Eu tenho uma câmera extremamente simples, mal sei editar um vídeo e meus vídeos não são lá essas coisas, mas nele a minha lógica é justamente ao contrário: estou tentando aprender a falar de temas comuns, porém diferenciados. Basicamente, ser aquela blogueirinha que te dá dicas de amiga sobre como ter uma pele incrível, mas que também não terá papas na língua ao falar de assuntos considerados polêmicos.

Eu, Carolina, sinto muita falta de blogueiras assim, porque a maioria está apenas empenhada em falar do batom da moda, mas sem o menor interesse em conscientizar seus seguidores da atual situação política. Aos que também pensam assim, é nóis. :p

Como dividir o conteúdo entre blog e canal?

O meu canal de comunicação com vocês tem sido majoritariamente o meu Instagram (@carolinahaine, segue lá!). Pelos stories, eu tenho perguntado a vocês o que vocês querem que eu mostre no canal e no blog. Na real, eu pergunto apenas sobre os conteúdos e acabo fazendo uma curadoria pessoal. Temas que trazem mais explicações longas, como o post que fiz sobre mercado editorial, vêm pro blog. Temas mais simples e fáceis de abordar em listas vão para o Youtube. Mas nada impede que eu não fale disso por aqui também! Exemplo disso é o meu post de como cuidar dos cabelos cacheados e descoloridos usando a técnica low poo.

Que dias eu pretendo me dedicar ao blog ou ao canal? Quando sai vídeo e post novo?

Essa questão eu admito que tenho pecado bastante. Mas como ainda estou no começo, a esperança é a última que morre. Como atualmente eu esteja trabalhando apenas como freelancer, isso me permite ter horário super flexíveis para criar. E ainda assim eu falho e me atraso na entrega dos vídeos. Fazer o quê. kkk

O que eu defini para mim mesma é: toda sexta sai vídeo novo no Youtube. Sexta às 12h, que foi o horário que estipulei. Esse vídeo de sexta é o que não posso faltar com a entrega. MAS, contudo, entretanto, todavia… Sempre que eu puder, eu vou liberar outro vídeo na quarta-feira. Ficando então com dois vídeos semanais.

Quanto ao blog, esses vídeos geram links que podem se tornar aqueles posts “vazios” de divulgação. Não os considero efetivamente como posts na minha frequência criativa, mas tenho tentado fazer ao menos um post semanal completíssimo, com direito a fotos e pesquisas detalhadas. Sendo assim, a frequência semanal de posts seria de 3 ou 4.

Você também tem um blog?

Socorro, às vezes eu acho que estou afundada nesse barco sozinha e todas as pessoas do mundo pararam de ler e se importar com blogs. Então, caso você tenha o seu e também esteja tentando conseguir forças para atualizá-lo, deixe o link nos comentários e eu terei o maior prazer em visitar. <3

Abraços,

Carol

Listography: a maneira viciante de se organizar

Se você nunca ouviu falar do logo acima, esse post é para você.

O Listography é um site bem simples, mas que nos permite organizar a vida e compartilhar um pouco do que pensamos por meio de listas. O site é em inglês, e por isso eu, a Anita e o Cris criamos e atualizamos nossas listas em inglês. Existem vários temas possíveis para as suas listas: viagens, tarefas, desejos, hobbies, coisas sobre você, entre outros. Existe um aplicativo iOS que custa $ 1,99 (ai, meu bolso!), mas como o site é muito amor, comprei e não me arrependi (mas o dólar não estava um absurdo na época). Ainda não existe nenhum aplicativo oficial para Android ou Windows Phone.

Além do site, o Listography também é uma linha de livros interativos com diversos temas: música, viagens, literatura, vida amorosa, filmes, amigos, e até uma versão para crianças do livro original. Você pode conferir todas os livros publicados até agora aqui.

A Editora Intrínseca lançou aqui, no Brasil, a versão em português do primeiro livro com o título de Listografia: sua vida em listas. É possível comprar, tanto a edição em português quanto as edições em inglês, na Livraria Cultura. Os livros são repletos de ilustrações bonitinhas que servem de inspiração na hora de preencher as listas.


Quem não adoraria sair com o Ursinho Pooh?
 

Esse negócio de criar listas e ler as dos seus amigos é tão viciante que acaba se tornando uma espécie de hobby ou rede social. Se você se convenceu a criar um perfil no Listography (e eu garanto que sim), mande seu perfil porque eu adoro ver o que os outros pensam! haha

Beijos!

 

Porque eu amo o Evernote

Quando instalei o Evernote, em maio de 2011, ainda estava no 2º ano do ensino médio e não tinha meios de utilizá-lo como deve ser. Os alunos na minha escola não eram autorizados a usar aparelhos eletrônicos em sala, e acredito que seja assim em muitas escolas também. Por mais que, ao longo dos anos, algumas escolas tentem se modernizar com a falsa propaganda do “mundo digital”, a maioria vende essa imagem aos pais, mas deixa laboratórios abarrotados de equipamentos em desuso e aulas monótonas “à moda antiga”. Mas isso não vem ao caso.


Senhoras e senhores, eis o meu novo cérebro!

Continue Reading