Como eu cuido do meu cabelo cacheado e descolorido com a técnica LOW POO

Olá, internet! Tudo bem com vocês?

Hoje eu decidi inaugurar uma categoria nova no blog, embora eu já tivesse falado um pouco sobre o assunto em posts anteriores: Cabelos. Não é novidade para alguns de vocês que eu tenho o cabelo pintado de azul, e isso gera muitas dúvidas sobre como mantê-lo saudável e protegido apesar da descoloração. Como um “agravante”, meu cabelo é cacheado (tipo 3B), ou seja, ainda mais propenso ao ressecamento.

Não vou mentir, os resultados melhoraram muito a partir do momento em que eu investi mais dinheiro nisso. Mas você pode obter resultados satisfatórios sem gastar muito dinheiro. O problema é que, quando eu usava produtos de cabelo muito baratos, eles não rendiam tanto e eu tinha que comprá-los novamente com muita frequência. Produtos mais caros e mais concentrados me permitem utilizar apenas uma gotinha de produto e ficar bem mais satisfeita. Isso é algo que ninguém nunca fala em resenhas de produtos baratinhos, e eu estou abrindo meu coração com vocês e falando sobre isso de uma forma bem sincera.

Shampoo e condicionador

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Shampoo e condicionador é uma categoria extremamente necessária, afinal, são os produtos que usamos quase que diariamente. No entanto, você não precisa gastar rios de dinheiro nela. Aqui é a hora em que é extremamente inteligente economizar. Eu tenho esses dois kits, o Meu Cacho Minha Vida da Lola Cosmetics e o Tratamento Para Conquistar de Coco da Salon Line. Ambos entregam ótimos resultados no meu cabelo, sendo até semelhantes. Se você é apegado a cheiros, eu ainda recomendaria o Salon Line, porque acho o cheiro dessa linha da Lola bem ruim (felizmente ele não fica no cabelo).

Máscaras de Tratamento

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Aqui é o momento em que você pode dizer SHUT UP AND TAKE MY MONEY! Quanto a máscaras de tratamento, eu percebo que um pouco mais de investimento vale a pena. Porém, como eu não tenho tanto dinheiro assim para comprar marcas profissionais e caras, eu já me considero bem ostentação com Lola. kkk Eis o que eu acho de cada produto:

  • Máscara de Tratamento para Arrasar, Hidratação Poderosa, Salon Line

    Não é poderosa. Entra naquilo que eu falei, é uma hidratação bem leve. Isso torna o produto ruim? Não, de forma alguma! Mas para você tirar o maior proveito dele, é bom passar um bom tempo com ele na cabeça, de preferência com touca térmica, e utilizar de uma a duas vezes por semana. Entrega o efeito de praticamente qualquer máscara de hidratação baratinha. São também boas para diluir os pigmentos na hora de pintar o cabelo com tinta fantasia.

  • Eu sei o que você fez na química passada, Reconstrução, Lola Cosmetics

    Essa máscara é uma delícia de se passar no cabelo. Apesar de ser de reconstrução, é bem emoliente e deixa o cabelo macio, sem enrijecer como máscaras de reconstrução costumam fazer. O cheiro dela também é maravilhoso, como a maioria das máscaras Lola (vai entender porque só a linha Meu Cacho Minha Vida tem cheiro ruim). Entre ela e a Tarja Preta, a máscara que falarei em seguida, acho que fico com ela, mas ambas são excelentes.

  • Tarja Preta, Reconstrução, Lola Cosmetics

    Outra máscara maravilhosa. Apesar do potinho pequeno, ela me rendeu um ano (no momento só tenho o pote para ilustração mesmo, porque o conteúdo já acabou). Eu imagino que isso aconteça com a Eu sei o que você fez na química passada também, porque a reconstrução é o passo menos frequente. Cabelos virgens podem utilizar reconstrução de uma a duas vezes ao mês, enquanto cabelos com química podem aumentar a frequência para uma vez por semana, caso estejam muito fragilizados. Mais que isso é exagero.

  • Morte Súbita, Nutrição, Lola Cosmetics

    Eu adoro essa máscara, inclusive é a que levou o nome Lola ao estrelato. Mas sendo bem sincera com vocês: ela não é mágica em um potinho nos meus cabelos. Eu testei uma amostra da Bendita Ghee de Nutrição no meu cabelo e curti bem mais. Isso não a faz ser uma máscara menos incrível, mas acho que, com o tempo, as tecnologias da própria Lola foram aprimoradas e agora eles têm na linha deles máscaras ainda mais potentes. Ela se enquadra no cronograma como Nutrição, mas eu diria que é mais uma “hidratação nutritiva”. Também rende consideravelmente bem, pois é um creme super espesso.

  • Milagre, Hidratação, Lola Cosmetics

    Amor e ódio definem esse produto. Assim que comprei, eu odiei com todas as forças, achei que não fez efeito nenhum no meu cabelo. A verdade é que eu gostei tanto desse produto que acabei comprando outro pote depois (!!!). Infelizmente, esse pote gigante não existe mais, e a desculpa que a marca me deu é que “é um produto que rende bastante”. É mentira, não rende nada. Como hidratação ele é medíocre, preciso encher mãos e mãos e o efeito não chega nem aos pés daquela baratinha da Salon Line (que eu falei que também não é essas coisas na hidratação, né? Pois é). Com todo esse problema, por que eu ainda comprei esse produto? PORQUE É O MELHOR LEAVE-IN DA VIDA. É suave, o cheiro no pote é horrível mas fica um cheiro maravilhoso nos cabelos (que bruxaria é essa?). Não justifica o alto preço, porém, porque existem outros leave-ins legais e baratos. E não, o Yamasterol não é um deles. Eu odeio Yamasterol, tem um cheiro horrível, me traz memórias olfativas muito ruins e o efeito que ele entrega no meu cabelo não é tão bom assim.

Leave-ins

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Também conhecidos como “creme para pentear sem enxágue”, os leave-ins são essenciais na vida de uma pessoa cacheada ou crespa. O leave-in, além de dar forma ao cabelo, protege dos danos da poluição, do clima, entre outras vantagens. Além do Milagre, que eu já falei que uso como leave-in, tenho esses três para mostrar. Novamente, o da Meu Cacho Minha Vida é o mais ruinzinho deles e também tem um cheiro ruim (que pelo menos não fica no cabelo igual o Yamasterol! eca). Ele é um bom creme apesar disso, mas entrega o mesmo resultado que o Diva de Cachos da Niely. O creme da Niely tem um cheiro melhorzinho que o da Lola, mas ainda assim não é um cheiro incrível não. Se você já usou algum produto da Niely Gold, sabe qual é o cheiro que estou falando. A coroa nessa categoria vai para o Casulão: além do preço incrível, 17 reais nesse pote de 950g (o pote menor é 10 reais, caso você queira testar primeiro), é o mais emoliente, o que deixa os cabelos mais macios e tem um cheiro maravilhoso. Eu já perdi a conta de quantos potes desses usei na minha vida.

Extra: óleos

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Para finalizar, os óleos. Muitos de vocês devem ter me perguntado onde entram os óleos nisso tudo. Aqui eu trouxe dois exemplos, infelizmente são poucos: os óleos naturais e os óleos sintéticos. Esse óleo sintético em específico, o Super Óleo 8 da Garnier Fructis, é bem aceitável. Mas num geral, prefira os óleos naturais. Ele serve para finalizar o cabelo e diminuir o frizz, mas não gosto de utilizá-lo com muita frequência.

O outro pote era de uma tinta Biocolor, mas o conteúdo é óleo de coco. Dizem que o óleo de coco é o rei da hidratação em tudo, e eu já cheguei a testá-lo de muitas formas. A que mais deu certo no meu cabelo foi a umectação: trata-se de besuntar o cabelo em óleo de coco e esquecer que você passou ali. Em alguns casos, as pessoas até optam por dormir deixando o óleo fazer efeito no cabelo. No dia seguinte, lava-se o cabelo com shampoo e condicionador. A outra forma que eu já cheguei a usá-lo foi enriquecendo uma máscara de nutrição baratinha. Também deu super certo. A terceira e última forma seria utilizá-lo como finalizador também, mas eu não gostei muito do óleo de coco especificamente para essa função.

Para finalizar, gostaria de enfatizar o que eu comentei no primeiro parágrafo desse post: de nada adianta você investir tanto em produtos se você não se disciplinar a usá-los sempre. Eu sei que parece óbvio isso, mas eu já fui daquelas pessoas que usava uma máscara de hidratação uma vez por mês e não entendia porque meu cabelo continuava ressecado. Aqui é rotina Espartana, bebê! Eu não chego a fazer o cronograma capilar porque eu cheguei a um ponto em que consigo olhar meu cabelo e perceber o que ele precisa, mas é necessário usar máscaras PELO MENOS duas vezes por semana em um cabelo cacheado virgem. Que dirá um cabelo cacheado com química!

Espero que meu post tenha ajudado vocês a cuidar melhor dos cabelos. Até mais!

Carol

O meu trabalho como diagramadora na Editora Lua Azul e minha experiência com o mercado editorial

Oi, internet. Tudo bem com vocês?

O post de hoje é para falar sobre a minha atuação profissional. Mais especificamente, com a diagramação e a confecção de capas de livros na Editora Lua Azul. Algumas pessoas me perguntaram qual o processo de se publicar um livro, e vou tentar explicar isso em um post por achar a plataforma mais abrangente do que um vídeo no YouTube, por exemplo.

Mas claro, se vocês quiserem muito um vídeo, podem me pedir aqui nos comentários ou no meu instagram (@carolinahaine) que a gente reconsidera!

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A Editora Lua Azul foi fundada em 2016 por Moacir Santos, que atualmente detém em seu nome o registro MEI (microempreendedor individual), para publicar os livros de sua esposa, Leca Haine. Os dois chegaram a essa decisão após experiências malsucedidas com editoras pequenas e seu descaso com autores independentes. Dessa forma, todas as etapas do processo de produção de um livro estão nas mãos deles e de Carolina Haine, filha do casal e única funcionária da empresa.

(Ficou bonito esse texto, né? rs)

Mas afinal, qual o problema com editoras pequenas?

Quando se vislumbra publicar um livro aqui no Brasil, a gente tende a pensar naquela figura do escritor glamouroso, que escreve placidamente em seu computador enquanto saboreia uma xícara de chá (ou café, porque somos um país movido a cafeína) e, a um clique de botão, envia seu original e a editora já apresenta todas as propostas de revisão, diagramação, capa, divulgação, sem que esse autor faça nada além de dedicar-se à escrita.

Lindo, não é? MAS ISSO NÃO EXISTE. Para alguns escritores, talvez esse cenário até proceda. Principalmente na atualidade, em que é preciso apenas ser um famoso na internet para receber milhares de propostas incríveis das grandes editoras. Mas a verdade é que eu, você e qualquer outro brasileiro comum que hoje decida escrever um livro irá trabalhar muito, muito e muito. E muitas vezes não ter seu trabalho reconhecido.

Vamos falar de números: caso um autor completamente desconhecido queira publicar um livro por uma editora pequena, o seu investimento inicial gira em torno de 5 mil reais. Esse dinheiro prevê apenas o serviço de capa, diagramação, às vezes uma revisão, e um número limitado de exemplares que o PRÓPRIO AUTOR terá que se desdobrar para conseguir vender. Ok, vendeu todos, e agora? Esse mesmo autor terá que comprar de sua própria editora os seus próprios livros e levá-los em livrarias pessoalmente, praticamente implorando por uma chance de divulgar seu trabalho.

E aí chega a coisa feia do negócio. A vasta maioria das livrarias brasileiras caga e anda para autores independentes. Em algumas é até possível encontrar livros que sejam mais fora do circuito comercial, porém a maioria investe apenas em best-sellers, autoajuda, infantis e todos aqueles que você consegue no catálogo de uma Lojas Americanas ou Avon da vida. Porém, é a partir desse momento em que caiu do céu e surgiu a mãe dos autores independentes, a Amazon.

Por que a Amazon é tão importante para o mercado editorial?

A Amazon é para os escritores independentes o que o YouTube foi para criadores de conteúdo em vídeo: uma mãezona que chegou abraçando todo mundo. Atualmente, é muito fácil escrever um livro e publicá-lo, com direito inclusive a ISBN gratuito (vamos entrar nos detalhes burocráticos de produção de um livro mais tarde). O site de Amazon, KDP (Kindle Direct Publishing), fornece uma série de ferramentas amigáveis até mesmo para quem nunca fez uma capa ou nem sabe o que é diagramação. Com elas, o autor publica, 100% gratuitamente, seu ebook e até mesmo seu livro, no que eles chamam de “capa comum” (sem orelhas), porém com impressão sob demanda.

A impressão sob demanda funciona da seguinte forma: a Amazon guarda em seu banco de dados as informações necessárias para a impressão daquele livro (arquivos em PDF, medidas, etc). Em seguida, ao surgir um comprador, a própria loja se encarregará de imprimir aquele único exemplar e mandá-lo para a casa de quem comprou. Essa é uma ótima forma de um autor independente se dar bem, pois o investimento da produção de seus livros será praticamente gratuita. Mas aí vem a parte mais complicada e cansativa do negócio: a divulgação.

Como fazer uma boa divulgação do meu livro?

Então, colega. Essa aqui eu também estou aprendendo. Se quiser se juntar a mim, podemos trocar figurinhas juntos. Mas se tem algo que posso atestar com convicção nesses dois anos de editora é que divulgação vai muito além de ficar postando nas redes sociais. A gente tem aquela doce e irrisória ilusão de que trabalhar com mídias sociais é muito fácil e qualquer um consegue fazer isso nos 30 minutos de intervalo do almoço. E essa é a maior mentira, inclusive algo que me fez quebrar muito a cara. A divulgação e a familiarização com mídias sociais muitas vezes é algo que o autor nem sabe, e para baratear custos, acaba tomando essa função para si. Aí mora o perigo, pois com tanta carga pesada, o tempo que seria gasto escrevendo mais livros vai por água abaixo.

É possível pagar sites como o Facebook e o Instagram para patrocinar posts. Essa forma de divulgação funciona bastante, tanto que até as grandes empresas diariamente pagam por isso, mas o maior problema nela reside no orçamento. É possível fazer propagandas a partir de valores bem simbólicos, como 10 a 15 reais. Mas uma propaganda legal e que dure bastante tempo custa no mínimo 200 reais. E ainda há a chance de poucas pessoas verem seu anúncio, afinal, tem  empresas pagando milhares de reais e competindo por aquele mesmo espaço.

Uma coisa que efetivamente funciona, embora seja a mais cansativa e a mais dispendiosa, é a participação em Bienais do Livro. Não tanto pelas vendas em si, mas sim pelos contatos. Ter contatos para quem trabalha nessa área é muito, muito importante. Dessa forma, é possível inclusive, conhecendo outros autores, compartilhar experiências, descobrir bons profissionais na área que possam te ajudar, etc.

É isso, galera. Vou ficando por aqui, mas nosso papo ainda não acabou. Ainda irei elaborar a segunda parte desse post, aguardem! 😉
Abraços,

Carol

Minha rotina de cuidados com a pele e dicas

Olá a quem estiver lendo esse post. Tudo bem?

Queria compartilhar com vocês o que tenho aprendido sobre cuidados com a pele. No caso, a minha própria pele. Talvez possa te ajudar também, principalmente se a sua pele for normal como a minha.

O fato é que, por mais que esse tipo de pele seja o mais “privilegiado” possível, não há muita explicação sobre como manter os cuidados. E não é porque sua pele é normal que ela não precisa de cuidados! Assim como qualquer pele, está sujeita a perder o viço, adquirir uma textura não muito agradável, acumular sujeira nos poros, etc.

Como saber se a sua pele é normal?

Geralmente, esse tipo de pele não apresenta brilho excessivo, os poros não são aparentes, a textura é mais macia e não há a sensação de pele repuxando. O que significa que, ao contrário da crença popular dos produtos de beleza vendidos no mercado, a pele normal não é seca. Muitas vezes, produtos vendidos como “pele normal a seca” são excessivamente hidratantes e podem causar oleosidade. Tome cuidado!

O que funcionou para mim, então, foi entender o que minha pele está precisando. Consigo facilmente perceber se ela precisa de hidratação leve ou mais caprichada só pelo olhar e toque. A melhor forma de aprender isso é por tentativa e erro, mesmo. Para começar, recomendo um bom sabonete facial que não resseque a pele e um hidratante leve. Com o tempo, você pode ir incrementando sua rotina de cuidados com tônico, esfoliante, máscaras faciais, tratamentos específicos, etc.

Cuidar da pele não é tão caro como parece

Esses três produtos da Neutrogena são facilmente encontrados em farmácias. Também uso um sabonete facial anticravos da marca, mas não tirei foto porque é um sabonete em barra comum. Você também pode optar pela versão líquida, mas a versão sólida é mais em conta e faz bem o serviço. Ah, como você só vai usar esse sabonete para lavar o rosto, ele também dura bastante.

O tônico dessa linha Deep Clean Energizing não é dos meus favoritos, porque ele contém álcool na composição e sinto que, em excesso, pode irritar a pele. Quando o meu acabar, pretendo comprar algum sem álcool. Vi que a própria Neutrogena tem um, mas na farmácia que eu fui, não tinha. Já vi algumas pessoas de pele oleosa se darem bem com esse tônico, então não é um produto ruim, apenas não é o ideal para o meu tipo de pele.

Falando em tipo de pele… Esse hidratante facial diz na embalagem que é para peles mistas a oleosas. Era o único que tinha no dia que comprei, e sinceramente, não me arrependi. Ele dá uma hidratação mais leve para o dia e seca rápido, sem entregar aquela sensação de oleosidade. Ao mesmo tempo, acho que ele é bem hidratante, então se sua pele é realmente oleosa, eu sugiro tomar cuidado com a quantidade ao passar no rosto.

Às vezes sua pele merece luxos

Trouxe aqui, para ilustrar, dois produtos que gosto muito: o primeiro é o Huile Prodigieuse da Nuxe. Esse óleo multifunção pode ser usado no rosto, no corpo e nos cabelos. Como o meu frasco é bem pequeno, eu costumo utilizá-lo somente no rosto. Se vocês quiserem, eu posso trazer depois a minha rotina de cuidados com o cabelo. Deixem aqui nos comentários! 😉

Para algumas pessoas, pode parecer assustador passar um óleo na cara, mas este tem o toque seco e é um dos cosméticos mais utilizados pelas francesas. Há boatos de que seria este o segredo para suas peles joviais. Ooh la la!

O outro produtinho é o Fix+ da MAC. Muitas pessoas que compram esse produto se decepcionam por achar que este seria um fixador de maquiagem. Na verdade, o “fix” do nome vem de reparação e não de fixação. Trata-se de uma bruma finalizadora que hidrata e prepara a pele para receber a maquiagem. Você também pode utilizá-lo ao final de se maquiar para conferir um aspecto mais natural e menos carregado de pó. Gosto bastante de dar umas borrifadas quando sinto que meu rosto precisa de uma hidratação bem leve. Já tive a água termal da Avène e ela me entregava o mesmo efeito. É um luxo? É, sim, mas quando você experimenta, sente a diferença e acaba ficando meio viciado.

Não se esqueça de remover a maquiagem

Para quem gosta de usar maquiagem, é bom lembrar que é importantíssimo removê-la completamente. A não remoção adequada pode ocasionar em problemas de pele como entupimento de poros e o surgimento de cravos e espinhas. Eu pessoalmente gosto muito do sabonete líquido demaquilante da Quem Disse Berenice?. Este é um produto que poupa muito tempo, pois dispensa o uso do algodão. Já usei o gel de limpeza da Mary Kay para peles normais a secas. Também gostei bastante dele. Ambos limpam de forma suave, sem ressecar a pele.

Infelizmente, estes produtos não são tão potentes para remover maquiagem dos olhos, principalmente se for a prova d’água. É aí que entra em cena o demaquilante bifásico. Este que estou usando também é da Quem Disse Berenice, mas várias outras marcas também vendem similares. No dia a dia, opto por delineador e máscaras que não sejam a prova d’água, então este demaquilante acaba sendo usado somente em ocasiões especiais.

Espero que as minhas dicas tenham te ajudado de alguma forma. O principal aqui é conhecer e entender o funcionamento da sua pele, seja ela normal, seca, mista ou oleosa. Dessa forma, você mesmo pode ir atrás dos produtos que ela precisa, sem se prender às dicas das marcas, que algumas vezes são falhas.

Até a próxima!