Minha wishlist de coisas caras

Oláaaaa! Estou de volta!

Jogando no search do blog, você pode encontrar as minhas wishlists antigas. E, para a minha surpresa, eu consegui adquirir a maioria dos itens das minhas wishlists! Eu não lembrava disso e confesso que estou muito feliz de perceber que consegui juntar meu dinheiro e realizar pequenos sonhos que achava impossíveis.

A wishlist atual é de itens de tecnologia (inclusive abri uma categoria nova pra falar sobre o assunto por aqui!!), principalmente porque ter finalmente um celular bom me deixou empolgada com o assunto. haha

Apple Watch Series 4 40mm Rose Gold

O Apple Watch é aquele tipo de produto supérfluo que você fica viciado e depois não vive mais sem. Pelo menos, foi assim que eu me senti com a compra da minha Apple TV. Tá, minha tv não era smart, o que justifica a compra de um aparelho assim, mas… “Por que não o Chromecast que era mais barato?” Eu pessoalmente não quis comprar o aparelho da Google porque ele é apenas um “repetidor” da tela do seu celular. O Apple TV possui armazenamento próprio, então eu não dependo de estar mexendo em um celular para assistir as coisas que eu quero na minha TV. Ah, mas é claro que, sendo usuário de outros produtos da Apple, a experiência de mexer no Apple TV é uma delícia. A minha Apple TV é a de 3ª geração, então ela não permite downloads de apps como na 4ª. 🙁 Mas comprei de segunda mão, em perfeito estado, no Mercado Livre.

Sobre o Apple Watch, o que me atraiu nele foi a possibilidade de me incentivar mais a ser fitness, o que é muito muito difícil. Não vou mentir, quando o vi pela primeira vez, pensei “mas ninguém no Brasil vai poder usar isso, é um chamado pra ser roubado”. E isso de cara já tirou meu interesse no negócio. Mas eu também pensava isso da Pandora, e atualmente tenho duas pulseiras da marca. Acho que peguei gosto pelo luxury lifestyle. kkkkk

iPad 6ª geração 128GB Gold

O meu primeiríssimo produto da Apple foi um iPad! Isso é um pouco incomum para compradores da marca, geralmente as pessoas começam pelo iPhone (ou então começavam pelo falecido iPod). Só que o meu era de primeira geração, que não tinha câmera e logo perdeu o suporte lá pelo iOS 5. Eu amava muito o meu iPad, ele me fazia companhia do Netflix na cama aos vídeos de receitas na cozinha, passando pela leitura de PDFs e coisas da universidade. Mas, quando comprei o Kindle, abandonei a leitura de livros nele, que era uma das coisas que eu mais fazia, e ele ficou encostado.

Eu achei que nunca mais iria querer comprar um iPad, porque o preço não compensava mais, mas essa sexta geração tá com um preço super praticável e a chama do iPad ascendeu novamente ao meu coração. Agora eu quero muito um desses, até porque o iOS agora conta com uma barrinha de tarefas super semelhante ao macOS! Para os que querem se aventurar no desenho, tem a Smart Pencil à parte, que custa uma pequena fortuna. rs

Canon EOS Rebel SL2

É assim, MEU SONHO GRANDÃO, há muito tempo, comprar uma câmera DSLR. Eu adoro fotografia, mas nunca tive um equipamento pra praticar mesmo, sabe? E além disso, uma câmera me possibilitaria gravar vídeos daora para o Youtube e fazer um Instagram melhor. Eu escolhi essa, a SL2, porque o preço dela é surpreendentemente baixo para uma câmera da categoria. Ela custa a mesma coisa que a T7, que não tem o visor flip, e conta com basicamente as mesmas coisas da T7i custando mil reais a menos. SONHO!

Agora é fazer um círculo de oração pra que eu consiga comprar todas essas caríssimas coisas. Enfim, sonhar não custa nada, né?

Quais são os seus maiores sonhos de tecnologia?

Porque eu sumi + minha história com o iPhone

Olá! Se você clicou nesse link, primeiramente eu gostaria de te agradecer muito por ficar do meu lado até hoje! De verdade! Espero que, com o passar dos dias, eu aprimore esse blog e a sua experiência de leitura seja a melhor possível.

Não querendo justificar o injustificável mas já justificando, trazer conteúdo para o meu blog (e o meu canal do Youtube também… Se você não conhece, aguarde novidades :p) era uma tarefa muito difícil. Isso porque o meu celular, desde o início de 2016, era um modesto iPhone SE de 16 GB. Ou, como eu gosto de dizer, o maior erro da minha vida. Bonitinho, mas ordinário.

iPhone 4S iPhone SE

Tá, eu confesso que dei uma bela exagerada. Nós fomos muito felizes durante esses três anos juntos. O meu celular anterior era um iPhone 4S, também de 16 GB, e que tinha me servido muito bem durante cinco anos (!!!). Tivemos que nos despedir porque a bateria dele já estava muito capenga. Mas esse iPhone 4S foi uma das coisas mais legais que eu já adquiri na minha vida. Final de 2011, eu tinha apenas 15 anos e comprei meu primeiríssimo smartphone com anos de economia de mesada. Daqueles feitos que fazem você sentir orgulho de você mesma. kkk

O problema foi no “upgrade” entre esses dois aparelhos que foi basicamente… a aparência. Troquei um preto por um rose gold bem bonitinho. Mas a capacidade de gigabytes se manteve. Para 2011, 16 GB eram mais que suficientes. Para o celular de 2016, começou bem… e acabou tudo em um imenso pesadelo. Só o sistema operacional iOS estava beirando os 10 GB. Ou seja: sobrando menos de 6 GB para eu armazenar fotos, aplicativos e tudo mais que eu precisasse. A câmera do iPhone SE é maravilhosa (se não me engano, a mesma do iPhone 6S), a portabilidade também (eu pessoalmente amava esses celulares pequenos), mas eu errei muito em comprar a versão com menor armazenamento.

Enfim, toda essa minha história de superação para anunciar, com alegria e com pesar no bolso, que eu finalmente troquei meu celular!!

iPhone XR

Este é meu novo celular, um iPhone XR de 256GB. DUZENTOS E CINQUENTA E SEIS GIGA!! Claramente temos aqui uma compradora pistola. Espero que esse novo celular dure uns 10 anos, até porque não foi nada barato. HAHAHA

Quanto a cor, eu não escolhi a cor Coral. Para falar a verdade, achei ela meio feia quando vi. Eu e muitas outras pessoas, pois só comprei um celular com essa capacidade de armazenamento porque ele saiu pelo preço de um de 128GB (a opção que eu ia comprar) nas Casas Bahia. Muitos outros compradores rejeitaram o pobre do celular Coral e ele estava com um super desconto. Driblei isso com uma capinha cor de rosa e o celular está lindo e rosinha e a minha cara de novo. Pena é não poder usar uma capinha com detalhes transparentes sem ela ficar escandalosamente laranja. kkkkkk

Uma das coisas que me tornava muito resistente aos novos celulares é o tamanho da tela. Os celulares de hoje em dia estão cada vez maiores, e isso compromete muito a portabilidade (colocar no bolso, por exemplo, não é uma opção). Antes do meu primeiro celular, eu já era uma usuária de iPad (infelizmente não sou mais pois o meu ficou defasado e não tenho mais dinheiro para comprar outro), então toda essa parte de joguinhos e vídeos e leituras de PDFs era canalizada para um aparelho específico. Agora que eu não tenho mais esse “apoio” de outro aparelho, realmente, tenho notado que a tela grande é bem mais confortável quando quero assistir Youtube deitada na cama, por exemplo.

Quanto aos PDFs, o Kindle foi um dos grandes motivos de eu ter abandonado meu iPad, e você pode conferir o que eu acho dele clicando aqui. Mas já adianto algo que eu não disse nesse post: a tecnologia da tela do Kindle não cansa os olhos, por não emitir luz, tornando-a muito melhor que o iPad se o seu intuito é ler livros. A desvantagem é que ele serve apenas para livros sem gravuras, então leitores ávidos de HQs e mangás podem se beneficiar mais da compra de um tablet.

É isso, galera. Novos eletrônicos, mais capacidade de produzir, aguardem posts aqui no blog e no canal. E por favor, cobrem bastante de mim para que eu produza esse conteúdo! haha

Beijos!

Abandone as redes sociais, pelo bem da sua saúde mental

Olá, amigos! Peço desculpa pelo tanto de tempo que fiquei sem atualizar o blog. Sinceramente, acho que não consigo mais me comprometer com uma agenda consistente de posts. Mas, no entanto, quero trazer alguns assuntos aqui ainda, começando pelo motivo o qual eu abandonei algumas redes sociais.

Eu ainda entro no Facebook de vez em quando, até para responder alguns amigos no Messenger e tudo mais. Mas diminuí e muito a minha frequência de posts e de engajamento em grupos. O Instagram então, esse eu praticamente abandonei. Parei de postar no Stories, e também não tenho tido fotos muito interessantes para colocar no feed. O Twitter é outra rede social que diminuí e muito a minha frequência de posts, mas esse eu até gosto mais do que os outros dois anteriores.

Muitas vezes, os pais nos dizem para tomar cuidado com o que estranhos nos dizem na internet. E isso é verdade, mesmo. Principalmente se você for menor de idade, tome cuidado ao revelar informações pessoais a um desconhecido. Mas vou abrir o coração com vocês: eu hoje em dia, aos 22 anos, me sinto muito mais vulnerável a uma categoria de pessoas que eu vou chamar de… semi-conhecidos!

Esse não é um texto para atacar ninguém, até porque eu sou semi-conhecida de alguém (de várias pessoas, né?). É que tem todo um fenômeno bizarro na internet que faz com que você se sinta próxima dos tais semi-conhecidos, eles se sentem próximos de você, e aí que começa a bagunça inteira. Só de ver o feed de uma pessoa constantemente, você se sente automaticamente mais entendida da vida de uma pessoa, mas não é assim que a banda toca. O que vai para o feed é uma porcentagem muito pequena da vida de alguém (a menos que você seja uma dessas personalidades da internet que compartilhe até quando vai ao banheiro). E a partir dessa falsa proximidade, começa a inveja, as cobranças, a cobiça, o desejo de interferir no que aquela outra pessoa faz.

Eu já vi alguns comentários de pessoas que sentiram o mau olhado intensificado em suas vidas a partir do que elas relatavam em suas redes sociais. No começo, achei que era exagero, mas hoje acredito muito nessa teoria. É claro que redes sociais não são 100% lixo, e em alguns casos essa proximidade gera amizades, engajamento, entre outros efeitos positivos. O que eu quero dizer é que, quando gera efeitos negativos, os efeitos são realmente muito negativos. O mais grave, eu diria, são as suposições de coisas que você não disse a partir de coisas que você disse. A segunda situação seria sofrer ataques à sua pessoa, e não aos seus argumentos. Sofri ambas as situações exaustivamente.

É isso, meus amigos, esse texto ficou longo e meio chato, mas espero ter explicado o porquê vocês não verão mais de mim como viam antes.

Abraços e até o próximo post.

Como começou a minha busca pessoal por Jesus Cristo


Imagens de momentos devocionais retiradas do meu Instagram, segue lá! @carolinahaine

Oi, gente. Tudo bem com vocês? Comigo sim! 🙂

Eu sei que não sou (e provavelmente nunca vou ser) a melhor pessoa para dar qualquer tipo de aconselhamento espiritual. Então, gostaria de dizer, logo no início desse post, que ESTOU ESCREVENDO A PESSOAS QUE SE INTERESSEM PELO ASSUNTO. Ou seja: não venho evangelizar ninguém, não quero forçar minhas convicções pessoais em ninguém, este é um post apenas para trazer informações do cristianismo a pessoas que se interessem pelo cristianismo. Se essa não é a sua praia, tudo bem! Tem vários outros posts aqui no blog que você pode se interessar. Confere aí! 😉

Eu não existiria como cristã em um mundo em que não existisse o livro Cristianismo puro e simples, do C. S. Lewis. E acho importante falar isso para todo mundo, ou seja, divulgar e enaltecer a palavra desse livro. Trata-se de uma coletânea de programas de rádio que o C. S. Lewis, autor das Crônicas de Nárnia, fez para a BBC durante a Segunda Guerra Mundial, como uma forma de fortalecer a fé e a esperança no povo em tempos tão difíceis como aquele. E eu pessoalmente estava vivendo momentos muito duros internamente, então esse livro me abraçou e caiu como uma luva para o que eu precisava ler.

O que eu achei mais legal nesse livro é que ele passa muito longe de ideias rasas e pré-concebidas sobre cristianismo que as pessoas costumam ter. É um livro bastante profundo e detalhado em temas como fé, moral, razão e caridade. Agora, se eu fosse escolher a passagem que mais me impactou, com certeza foi esta aqui:

“Todos os dias são ‘agora’ aos olhos de Deus. Ele não se lembra de que ontem você fez isto e aquilo; simplesmente vê você fazer essas coisas, porque, embora você tenha perdido para sempre o dia de ontem, ele não perdeu. Ele não ‘antevê’ você fazendo isto e aquilo amanhã, simplesmente vê você fazendo essas coisas, pois, embora o amanhã ainda não exista para você, já existe para ele.”

Apesar de ser uma ideia que faça muito sentido, ele deixa bem claro que não é unanimidade e não é aceita por todos os cristãos. Mas, para mim, é uma ideia perfeitamente razoável e que faz muito mais sentido do que colocar Deus como “um homenzinho nos observando de longe”. Deus, de acordo com essa ideia, é um conceito, algo abstrato demais para se limitar à nossa existência condicionada ao calendário.

Então eu li Cristianismo puro e simples. E esse livro me deixou com muita vontade de conhecer melhor a cosmovisão cristã. Obviamente, para chegar ao meu objetivo, eu precisava ler um livro: A Bíblia.

Na verdade, a Bíblia não é UM livro. Ela é um conjunto de livros. E esse conjunto de livros não precisa ser lido na ordem sequencial. Essas foram coisas que eu aprendi enquanto pesquisava sobre o assunto. Também descobri que a Bíblia Católica e a Bíblia Protestante diferem no número de livros. São 66 livros adotados pelos protestantes, enquanto 7 livros a mais são adotados pelos católicos. Como eu não queria ficar de fora e queria ler TUDO que tenho direito, adquiri a minha primeira Bíblia na versão Ave Maria. E, já que minha Bíblia é católica, procurei um plano de leitura católico: este aqui. Também recomendo dar uma olhada neste aqui (seja você católico ou protestante).

Como eu não me contento em estudar somente uma visão da coisa (rs), também fui atrás de estudar por fontes protestantes. E assim, adquiri minha outra Bíblia: a versão NVI (português) + NIV (inglês). É uma Bíblia linda e que comprei pensando em levá-la para o culto, já que estou participando de um estudo bíblico em inglês. Mas confesso que estou sonhando com uma versão NVT de estudo linda, mas que custa muito caro. 🙁

Descobri que tanto os católicos quanto os protestantes recomendam começar a leitura pelo Evangelho de João, pois este vai direto ao ponto sobre quem era Jesus Cristo e quais eram os seus milagres. Aliás, falando nisso… Antes que algumas pessoas venham zombar com coisas tipo “ah como vc acredita em andar sobre as águas?”… Galera, existe uma figura de linguagem muito interessante chamada METÁFORA. Quando você se torna ciente disso, a leitura de qualquer livro torna-se mais interessante.

Bom, galera, eh isto por enquanto. Eu pretendo falar mais sobre o assunto conforme eu for aprendendo em futuros posts. Beijo, tchau!