Como começou a minha busca pessoal por Jesus Cristo


Imagens de momentos devocionais retiradas do meu Instagram, segue lá! @carolinahaine

Oi, gente. Tudo bem com vocês? Comigo sim! 🙂

Eu sei que não sou (e provavelmente nunca vou ser) a melhor pessoa para dar qualquer tipo de aconselhamento espiritual. Então, gostaria de dizer, logo no início desse post, que ESTOU ESCREVENDO A PESSOAS QUE SE INTERESSEM PELO ASSUNTO. Ou seja: não venho evangelizar ninguém, não quero forçar minhas convicções pessoais em ninguém, este é um post apenas para trazer informações do cristianismo a pessoas que se interessem pelo cristianismo. Se essa não é a sua praia, tudo bem! Tem vários outros posts aqui no blog que você pode se interessar. Confere aí! 😉

Eu não existiria como cristã em um mundo em que não existisse o livro Cristianismo puro e simples, do C. S. Lewis. E acho importante falar isso para todo mundo, ou seja, divulgar e enaltecer a palavra desse livro. Trata-se de uma coletânea de programas de rádio que o C. S. Lewis, autor das Crônicas de Nárnia, fez para a BBC durante a Segunda Guerra Mundial, como uma forma de fortalecer a fé e a esperança no povo em tempos tão difíceis como aquele. E eu pessoalmente estava vivendo momentos muito duros internamente, então esse livro me abraçou e caiu como uma luva para o que eu precisava ler.

O que eu achei mais legal nesse livro é que ele passa muito longe de ideias rasas e pré-concebidas sobre cristianismo que as pessoas costumam ter. É um livro bastante profundo e detalhado em temas como fé, moral, razão e caridade. Agora, se eu fosse escolher a passagem que mais me impactou, com certeza foi esta aqui:

“Todos os dias são ‘agora’ aos olhos de Deus. Ele não se lembra de que ontem você fez isto e aquilo; simplesmente vê você fazer essas coisas, porque, embora você tenha perdido para sempre o dia de ontem, ele não perdeu. Ele não ‘antevê’ você fazendo isto e aquilo amanhã, simplesmente vê você fazendo essas coisas, pois, embora o amanhã ainda não exista para você, já existe para ele.”

Apesar de ser uma ideia que faça muito sentido, ele deixa bem claro que não é unanimidade e não é aceita por todos os cristãos. Mas, para mim, é uma ideia perfeitamente razoável e que faz muito mais sentido do que colocar Deus como “um homenzinho nos observando de longe”. Deus, de acordo com essa ideia, é um conceito, algo abstrato demais para se limitar à nossa existência condicionada ao calendário.

Então eu li Cristianismo puro e simples. E esse livro me deixou com muita vontade de conhecer melhor a cosmovisão cristã. Obviamente, para chegar ao meu objetivo, eu precisava ler um livro: A Bíblia.

Na verdade, a Bíblia não é UM livro. Ela é um conjunto de livros. E esse conjunto de livros não precisa ser lido na ordem sequencial. Essas foram coisas que eu aprendi enquanto pesquisava sobre o assunto. Também descobri que a Bíblia Católica e a Bíblia Protestante diferem no número de livros. São 66 livros adotados pelos protestantes, enquanto 7 livros a mais são adotados pelos católicos. Como eu não queria ficar de fora e queria ler TUDO que tenho direito, adquiri a minha primeira Bíblia na versão Ave Maria. E, já que minha Bíblia é católica, procurei um plano de leitura católico: este aqui. Também recomendo dar uma olhada neste aqui (seja você católico ou protestante).

Como eu não me contento em estudar somente uma visão da coisa (rs), também fui atrás de estudar por fontes protestantes. E assim, adquiri minha outra Bíblia: a versão NVI (português) + NIV (inglês). É uma Bíblia linda e que comprei pensando em levá-la para o culto, já que estou participando de um estudo bíblico em inglês. Mas confesso que estou sonhando com uma versão NVT de estudo linda, mas que custa muito caro. 🙁

Descobri que tanto os católicos quanto os protestantes recomendam começar a leitura pelo Evangelho de João, pois este vai direto ao ponto sobre quem era Jesus Cristo e quais eram os seus milagres. Aliás, falando nisso… Antes que algumas pessoas venham zombar com coisas tipo “ah como vc acredita em andar sobre as águas?”… Galera, existe uma figura de linguagem muito interessante chamada METÁFORA. Quando você se torna ciente disso, a leitura de qualquer livro torna-se mais interessante.

Bom, galera, eh isto por enquanto. Eu pretendo falar mais sobre o assunto conforme eu for aprendendo em futuros posts. Beijo, tchau!

Porque as minhas escolhas e o que escolheram para mim quase me levaram à ruína

Começo a escrever esse texto um pouco confusa, pois apesar de já ter as ideias correlacionadas, é o assunto mais complicado e nebuloso que já me propus a escrever neste blog.

Quando eu estava terminando minha graduação, pensava que iria sentir a realização da minha vida quando me formasse. Tinha um relacionamento estável, pensava em casar, arrumar um emprego e assim viver como todos esperavam que eu vivesse. O problema é que os caminhos foram se desviando a tal ponto em que a única coisa que me restou foi o tal diploma: estava sem namorado, sem amparo psicológico e tentando equilibrar um emprego que não fazia sentido para mim como se eu equilibrasse uma dúzia de pratos de louça.

Não é tão difícil entender o que aconteceu comigo depois disso. Deixei todos os pratos caírem, um a um, e me senti culpada, como sempre sentia quando algum plano na minha carreira acadêmica e profissional dava errado. Afinal, todos olham para mim como se eu fosse um exemplo a ser seguido. Tem sido assim desde 2001, eu diria, que foi o ano em que a professora da educação infantil me avançou para o ano seguinte. Lembro nitidamente que, a partir daí, todos os comentários de todos os professores com relação a mim envolviam frases como “vamos seguir o exemplo da Carol, tão nova e já consegue acompanhar nossa turma”. Claro que eu sentia gratidão por isso, pois já naquela época sentia uma vocação pessoal para ensinar e auxiliar meus colegas com dificuldades. O problema é que, ano após ano, eu fui comprando esse discurso. E esse discurso quase me matou.

Parece drástico falar assim, mas é a pura verdade. Eu cheguei a um ponto em que não conseguia mais me ver como indivíduo livre, estava sempre com algum tipo de dívida perante a sociedade. Se eu havia chegado onde cheguei, pensava, precisava ser motivo de orgulho para os meus pais e a minha família como um todo. A situação começou a mudar, porém, quando percebi que minha sexualidade era motivo de vergonha, de ofensa e de exclusão. Comecei, a partir daí, a rejeitar intensamente tudo o que representava conservadorismo e tradição. Mergulhei de cabeça no movimento estudantil, no movimento feminista e no movimento LGBT. Finalmente a tão sonhada liberdade, pensei.

O problema é que eu nunca me senti livre de fato, sempre me apegava a algum tipo de norma ou tradição dos meios onde eu frequentava. E para o movimento de esquerda, achava que eu não era subversiva o bastante ou que minha militância universitária de classe média jamais alcançaria as massas. Li ostensivamente sobre diversos assuntos, em busca não só de encontrar o meu lugar no mundo, mas uma luta pela qual valha a pena viver. E tudo para mim parecia claro como água que a minha posição social era aquela, perfeita e imutável. Acredito que o meu grande erro tenha sido não aprender a dissociar ideias de indivíduos. Hoje eu vejo que construí uma mega fortaleza de tijolos de vidro, onde problemas surgiam como pedras e mais pedras defronte este vidro.

Esse ano eu conheci muitas pessoas que, assim como eu, tinham fortalezas de vidro destruídas. Foi muito bom para mim ver que não era só eu a única a passar por tudo isso. Acho que eu não teria conseguido lidar com nem um por cento do que venho lidando sem essa ajuda. E por mais que esse texto possa não fazer sentido para ninguém, o que importa é que fez sentido para mim e eu consigo verbalizar sobre esse assunto sem censura ou repúdio. Estou tentando ressignificar uma vida inteira há apenas seis meses. Não tenho as respostas para tudo.

Esse texto pode se chamar uma versão longa e chata de “parem de perguntar sobre o meu futuro como se eu ainda fosse a mesma de sempre”. Sinto como se a Carolina tivesse sido morta e enterrada este ano. Agora eu renasci e sou um bebê. E como todo bebê, se eu me deparo com uma situação de confronto, eu choro.

Todas as minhas bases: acabamentos, coberturas e faixas de preço

Olá, tudo bem com você? Comigo sim! Hoje eu vim trazer para vocês um post que eu imagino que faça sucesso com quem gosta de maquiagem. Geralmente, o item que todo mundo procura é a tal da base. (Corretivo também, mas quem sabe eu não estenda esse assunto para um outro post?)

Eu tenho uma quantidade razoável de bases (você, por exemplo, pode resolver a sua vida com uma ou duas!)… Antigamente, não era um item de maquiagem que eu usava muito. Me interessava muito mais pelo corretivo nas olheiras e pronto. Mas aprendi a amar bases quando elas são leves e de acabamento luminoso.

Mas peraí…? O que é acabamento luminoso? O que é acabamento matte? Qual é a base ideal para o meu tipo de pele? Essas e outras perguntas você encontrará a resposta aqui no Globo Repórter.

Para maiores informações… a minha pele é normal, com tendência a ficar seca no inverno e mista no verão. Eu moro em Brasília, que costuma ser uma cidade muito seca mesmo no período de chuvas. Aqui é bem quente, mas não chega a ser o calor de uma cidade no Nordeste.

Bases Luminosas

Bases luminosas são aquelas que deixam o seu rosto ~iluminado~, ou seja, brilhante. Mas atenção: não é porque a base é luminosa que ela vai ser sebosa. Guarde esse mantra no seu coração. Uma base pode muito bem ser luminosa e ser oil free. Porém, a base luminosa costuma não segurar a oleosidade da pele. É isto. Ela não vai piorar, mas também não vai melhorar a situação. E é por isso que algumas pessoas de pele oleosa conseguem se adaptar bem a elas, seja com a preparação de pele ou com a finalização com pó.

O BB Cream Clareador Latika possui FPS 44, o que é excelente para o dia a dia. Eu mesma uso quase todos os dias (quando quero sair maquiada, senão eu só uso protetor solar mesmo e deu). Eu AMO o acabamento desse BB Cream, é bem luminoso meixmo. Acho que a galera do matte vai querer sair correndo. A cobertura é de leve a média (mais pra média, eu diria), acho que é o BB Cream com maior cobertura que já usei. A minha cor é a Bege Claro, e infelizmente só possui três tons. A marca é cruelty free. Custa de 60 a 70 reais e você pode comprar aqui.

A Healthy Mix Serum Bourjois é uma base leve a média (para uma cobertura média mesmo, você pode escolher a Healthy Mix original que tem um acabamento similar com cobertura maior). Essa base é perfeita para quem tem pele madura. O cheirinho dela é uma delícia, e a fórmula é enriquecida com frutas e vitaminas. Deixa a pele bem iluminada e é ideal para o dia a dia, mas não possui SPF (o que é uma vantagem para quem quiser usar à noite também, pois assim não estoura no flash). A minha cor é a 52 Vanille: a gama de tons é um pouco limitada, com só seis tons. Infelizmente, a marca não é cruelty free. 🙁 Custa 101 reais e você pode comprar aqui.

Bases Acetinadas

As bases acetinadas são as mais versáteis e costumam ir bem com todos os tipos de pele. São a transição entre o luminoso e o semi-matte: o acabamento é um pouco mais sequinho, mas ainda traz um viço natural à pele. Pessoas com a pele muito seca podem preferir fazer uma camada de hidratação potente antes de usá-las, assim como pessoas com a pele muito oleosa podem caprichar no pó finalizador para mantê-las intactas. São as minhas favoritas para sair à noite.

A base Ultra HD Make Up For Ever é a base mais rainha das bases que eu já usei na minha vida. Também pudera, com o preço dela, ela devia transformar meu rosto no da Beyoncé. rs A cobertura dela é média, mas a tecnologia dela é tão boa que parece que você cobriu todas as imperfeições sem passar nada. É muito levinha na textura, você praticamente não sente a base, mas a cobertura é ótima. A minha cor é a Y235 e a gama de cores dessa base é digníssima (amém!). Make Up For Ever também não é cruelty free. Custa a bagatela de 210 reais e pode ser comprada aqui.

A Air Power Make B O Boticário veio na leva das bases conta-gotas. Ela possui uma “irmã” que é a Base Superfluida Quem Disse Berenice. Quando eu fui comprar essa base, fui direto na loja da Quem Disse Berenice testá-la, mas ela craquelou no meu rosto e deixou um aspecto muito seco. Sendo assim fui na loja O Boticário comprar a Make B e não me arrependo. Ela fica bem sequinha na pele, mas sem craquelar. O FPS é 55, o que torna a base super amigável para usar durante o dia e justifica um pouco o preço alto. A cobertura vai de leve a média e a minha cor é a Bege Claro 01. A gama de tons é ridícula e só tem seis tons. A marca é cruelty free. Custa 89,90 e você pode encontrá-la aqui.

A SuperStay 24h Maybelline da fórmula antiga é uma excelente base. Deu uma superfaturada desnecessária nos últimos anos, indo de 50 a 70 reais em um pulo. Infelizmente, a nova fórmula é ainda mais cara que essa (ouvi dizer que está sendo vendida a 90 reais nos quiosques…). Acho que a Maybelline perdeu a noção e os preços estão altíssimos. 50 reais num rímel que custa 7 dólares? 70 reais num corretivo que custa 10 dólares? Essa base, apesar de ótima, para mim não vale um investimento tão alto. Não pela duração dela, que é excelente (não fiquei 24 horas com ela, mas dura bastante a uma festa com suor e calor). Os tons claros dela são muito rosados, o que me obriga a usar um corretivo amarelo para consertar o subtom. A minha cor é a Classic Ivory Light. A marca não é cruelty free. Creio que essa versão vá sair de circulação, mas ainda dá para encontrá-la aqui.

Bases Semi-matte

A base semi-matte, ou soft matte como alguns preferem chamar, é uma base de acabamento opaco, mas que não fica tão seca na pele. Pode ser usada tranquilamente em peles mistas a oleosas. Algumas peles normais vão pedir mais hidratação, outras também vão se adaptar bem a ela. É um tipo de base, porém, que já começa a não ser recomendável para peles secas, a menos que você dilua em um hidratante.

A Base Líquida Soft Efeito Matte Dailus é uma queridinha minha, tanto que este já é meu segundo tubo dela (e para eu chegar a esse ponto é porque foi amor eterno). Eu não tenho conseguido usá-la agora porque sinto que minha pele tá numa vibe seca, mas no calorão ela fica perfeita para mim. A cobertura é média, bem média mesmo, e a textura dela é bem gostosa de passar. Acho ela bem versátil, já consegui usar tanto no dia a dia quanto num casamento. A minha cor é a 04 Bege Claro e a marca possui oito tons. A marca é cruelty free. O preço não costuma passar de 30 reais, e ela pode ser achada aqui.

A Base Matte Pausa Para Feminices é bastante polêmica. Muitos amam, muitos odeiam. Acho que sou a única pessoa nessa blogosfera inteira que gosta mais ou menos dela. Ela é a versão rebocão da base anterior. Como eu não gosto de reboco, uso um pinguinho dela e ela seca bem no rosto e fica ótima. Porém, já tentei fazer uma cobertura mais grossa com ela e não deu muito certo. Não é a maior caçamba de lixo como o pessoal diz, mas também está longe de ser uma das minhas favoritas. A minha cor é a 1,5 e a gama de tons dela é muito boa. A marca é cruelty free e a base é vegana. Custa 35,90 e pode ser encontrada aqui.

Bases Matte

A base matte é o maior hit entre as brasileiras, principalmente por ser a melhor base no quesito controle de oleosidade. O acabamento dela fica opaco e muitas vezes dispensa o uso do pó. Fuja dela se você tiver a pele seca! Peles normais, dependendo do gosto de quem estiver usando, podem usá-la sem problemas. Eu confesso que não gosto muito dela, para mim o limite da secura (rs) fica no semi-matte. Mas reconheço que muitas de vocês gostam, então vamos falar delas aqui também.

A TimeWise Mary Kay de acabamento matte (pele mista a oleosa) veio parar nas minhas mãos porque minha mãe comprou errado. Ela odiou a base. Era um pouco óbvio que ela ia odiar, se a pele dela é seca! Eu não tenho a pele tão seca assim e também não gostei, porque ela é matte ao quadrado. Mas talvez isso seja justamente o que te agrade nela! A cobertura é média, podendo ser alta também. Infelizmente, para comprá-la é necessário uma consultora Mary Kay (e é justamente por isso que eu não tenho por onde indicar um site para a compra). Eu utilizo uma mistura dos tons Ivory 03 e Beige 05 (um extremamente claro e outro extremamente escuro), por isso não tenho como dizer a vocês o meu tom. Porém, a gama de cores é boa e acredito que muita gente encontre o seu tom. A marca não é cruelty free. Custa cerca de 60 reais.

A Avon True Flawless Ultramatte é a única base matte que eu já gostei na vida. O acabamento dela é leve a médio. O acabamento dela é super sequinho, mas não fica ressecado. Acredito que muita gente vá gostar dessa fórmula. O defeito dela, para mim, é a oxidação que é absurda e dificulta muito a escolha de tons, que já é difícil de ser feita pelo catálogo da revista. Assim como a Mary Kay, a Avon é vendida por consultoras (e eu realmente recomendo que você compre por uma consultora para poder ajudá-las nesse trabalho tão árduo), mas se você não conhecer nenhuma, é possível comprar pelo site. O meu tom é o Bege Claro, e a marca possui dezoito tons de puro deleite e satisfação. A marca não é cruelty free. O preço cheio dela é 42,99, o que para mim é um pouco alto pelo o que ela entrega, mas fique atento às promoções.

E é com muita satisfação pessoal que finalizo esse post, que creio ser muito útil a quem procura uma boa base mas não sabe nem como começar a procurar. Se você gostou desse post, peço que compartilhe com seus amigos apaixonados por maquiagem! 🙂

Carol

Resenha: Indian Chai (Twinings)

Sexta passada não teve a famosa Resenha de Chás do blog, mas eu venho compensar com um tipo de chá que vocês adoram! O Chai é um chá preto originário da Índia acrescido de especiarias, com uma proeminência especial de canela, o que o faz um chá bastante saboroso e aromático para ser consumido até mesmo sem açúcar. No entanto, seu estrelismo total vai para a mistura de chai + leite + açúcar, que é como a bebida costuma ser servida. Eu já havia provado desse mesmo blend da Twinings em outra oportunidade, mas devo confessar que é um sabor bastante difícil de achar em supermercados.

Indian Chai puro

A minha forma favorita de consumir qualquer tipo de chá é pura e simples: apenas a erva e a água. Mas não pense que esse meu gosto surgiu da noite para o dia. Foi um hábito que eu ia alimentando aos poucos, dia após dia. No começo, eu tomava tudo bastante adoçado com açúcar. Depois, troquei para o adoçante (tem gente que não suporta adoçante… para mim funcionou, mas reconheço que é horrível mesmo). O que me fez driblar o sabor forte e enjoativo do adoçante foi diminuir a quantidade. E assim, naturalmente, eu fui diminuindo as gotas até chegar a zero. Também tomo café sem absolutamente nada para adoçar. As pessoas me olham estranho, até julgam um pouco, mas eu garanto a vocês que vale muito a pena. Dessa forma, você pode aproveitar o máximo sabor das bebidas sem interferências: os chás se tornaram muito mais deliciosos para mim, e mesmo o café, que não costuma ser minha preferência, está muito mais prazeroso de tomar.

A exceção para essa minha “regra” é quando a mistura envolve leite!

Indian Chai com leite

O leite faz a coisa mudar de figura para mim: se vou tomar café com leite ou chá com leite, acrescento açúcar. Claro que não vou enfiar o pote inteiro, igual algumas pessoas fazem, mas acho que a mistura faz muito mais sentido com um pouco de doce. Para o Chai, não seria diferente. Tanto o Indian Chai quanto o English Breakfast são blends de chás altamente recomendáveis com um pouco de leite, pelo sabor forte e que acaba “fazendo o papel do café”.

O Chai com leite é uma dessas misturas mais deliciosas que já provei. E eu não sou muito fã de chá com leite. Acho que vale muito a pena comprar esse blend pela versatilidade: fica bom tanto puro quanto com leite. O sabor de canela sobressai sempre, e isso me agrada muito. A Twinings está de parabéns com esse blend, acho que é por isso que não consigo encontrar em lugar nenhum. haha

Você consegue comprar Twinings em supermercados grandes, como Extra, Carrefour e Walmart.

Nota: ★★★★★