Uma autobiografia desordenada

10540243_472834939520837_70285351_nTenho 18 anos e sou a pessoa mais nova do meu próprio círculo de convívio.

As pessoas normalmente costumam me associar a uma pessoa madura e bem resolvida.

Minha mãe sempre me educou para que eu fosse uma pessoa forte e independente.

Dizem que eu sou mimada pelo meu pai. Não é verdade, a minha mãe não deixa.

Sempre projeto nas pessoas um nível de exigência maior que o meu.

Como qualquer tipo de verdura, menos quiabo. E não adianta insistir, eu tenho ânsia de vômito só ao tentar.

Gosto de ter vários objetos do mesmo tipo, só que de cores diferentes. Tipo roupas.

Sempre pensei que odiasse estampas, mas recentemente descobri que adoro várias. No entanto, são estampas clássicas e que geralmente não passaram dos anos 60.

Adoro a moda e a música dos anos 50.

Sou louca pela contribuição literária dos anos 20.

Gosto de traçar vários planos diferentes que cheguem ao mesmo objetivo por precaução.

Minha vida basicamente consiste em dois períodos: a.L (antes de Letras) e d.L (depois de Letras). O segundo período é muito mais divertido e emocionante.

Sempre visto roupas das mesmas cores: preto, cinza, branco, azul marinho, marrom, bege e vermelho. Qualquer coisa fora dessa paleta é vandalismo.

Tive uma fase de usar muitas roupas roxas. Hoje fico com nojo só de pensar.

Gosto de rosa, mas não para roupas.

Escrevo em diários desde os sete anos.

Gosto de fazer verdadeiros investimentos literários (i.e. investir em edições raras ou caras), embora não tenha muito dinheiro para isso.

Escuto música no CD, porque sou vintage. Hahaha.

Já fui extremamente geek a ponto de devorar revistas de tecnologia e sonhar com o  dia em que poderia ir a uma Campus Party. Saudades.

Escrever me ajuda a manter as ideias mais claras.

Sou péssima produzindo ficção.

Quero ser ensaísta e nunca conheci ninguém com a mesma aspiração acadêmica.

Gosto de períodos curtos. Se a sua frase possui mais de três vírgulas, as chances de eu te achar um escritor medíocre são altíssimas.

Evito ao máximo usar coisas de couro legítimo, optando sempre pelo sintético. Qual a necessidade de vestir bichinhos mortos?

Tenho uma pequenina coleção de bonequinhos My Little Pony.

Adoro os Ursinhos Carinhosos.

Acho que me visto como uma pessoa muito mais nova. É engraçado isso, porque hoje em dia, adolescentes se vestem como pessoas muito mais velhas.

Troquei os cadernos convencionais por cadernetas por serem mais leves e carregarem um certo ~charme~.

Desenhava e pintava quadros até os dezesseis anos.

Gosto de batom vermelho, mas tenho medo de chamar muito a atenção usando.

Comecei a me interessar por produtos da Apple graças ao meu irmão, em 2010. Desde então, nunca mais quis saber de outra companhia de eletrônicos. O problema é o dinheiro para bancar esse estilo de vida.

Sou extremamente apegada aos meus amigos. Sem eles, eu não seria nada.

As pessoas acham que eu sou uma desenfreada louca por compras, mas na verdade, eu tenho um controle das coisas que quero e costumo seguí-lo.

Odeio ir ao salão de beleza.

Odeio quando atribuem determinados comportamentos e estereótipos a identidades de gênero ou orientações sexuais. Principalmente se esse comportamento vem de um grupo oprimido.

A minha identidade de gênero é algo muito confuso. Embora, na maioria do tempo, eu me sinta extremamente girly (ainda assim, longe do que a sociedade considera feminino), tenho momentos em que gostaria de ser um verdadeiro dândi.

Minha bebida favorita é chá.

Inclusive, um dos meus objetivos de vida é ter minha própria casa para: ter o meu próprio jogo de chá!

Sei cozinhar meia dúzia de coisas. As pessoas dizem que fica bom, mas eu sempre tenho receio.

Odeio tirar selfies, e mais ainda, odeio quem usa esse termo. E acabei de usá-lo. Por esse motivo, troco minhas fotos de perfil de mil em mil anos. E, geralmente, a mesma foto vai para todas as redes sociais.

Criei meu primeiro blog aos oito anos.

Criei este blog aos dezesseis.

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Carolina Haine

24 anos, brasiliense, apaixonada por literatura e chá. Criou um blog em 2004 e desde então nunca mais parou.

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