Resenha: Rooibos Moon (Tea Shop)

Hoje a resenha é de um chá que na verdade não é chá! Trata-se da infusão Rooibos, originária da África do Sul. O blend que irei falar hoje é da Tea Shop, nossa amada loja de chás gourmet originária da Espanha. Se você não lembra a diferença de chá e infusão, confira aqui esta outra resenha de um outro chá igualmente delicioso, o White Kiss.

O meu primeiro contato com o Rooibos Moon foi nesse dia lindo e maravilhoso que saí com um amigo meu, o Arthur, e fomos tomar chá no Vincent. O Vincent é uma casa de chás na 408 norte, para os habitantes de Brasília. Vale muito a pena ir lá, embora eu esteja um pouco triste com a troca da carta de chás. A casa anteriormente trabalhava com a Talchá, então era uma ótima oportunidade para tomar os chás que só vendem em São Paulo. Infelizmente, a Talchá vacilou na entrega da loja, deixando-os dias e dias sem abastecimento, e assim os donos do Vincent optaram por trocar o fornecedor pela Tea Shop. Eu amo os chás da Tea Shop, então isso não é de todo ruim, mas eu posso muito bem ir na própria loja da Tea Shop tomar os chás deles, sabe?

Eu disse que o Rooibos é originário da África do Sul, certo? E lá, a infusão de rooibos é tão consumida pelos sul-africanos que equivale à importância do chá verde para os chineses e japoneses, o chá preto para os ingleses, e o cafezinho para nós, brasileiros. O rooibos é uma planta com sabor naturalmente adocicado, então é muito fácil de agradar o paladar de quem quer começar a tomar chá sem açúcar. Alguns lugares também se referem ao rooibos como chá vermelho, por sua coloração avermelhada, embora o chá vermelho para os chineses seja uma variação da Camellia sinensis conhecida como Pu Erh.

O Rooibos Moon, de acordo com o fabricante, leva folhas de rooibos, amêndoas, pólen, flores de açafrão-bastardo e de malva. O sabor de amêndoas é bastante proeminente nesse blend, deixando-o ainda mais adocicado. Eu, de verdade, não recomendo colocar açúcar nessa infusão, acho que ficaria bastante enjoativo. Claro que eu sou uma pessoa que não costuma adoçar bebida nenhuma, nem café nem chá, mas se minha dica lhe servir de algo, tente tomá-lo puro. O sabor de flores complementa ainda mais essa doce mistura, e o aroma da infusão quente é inebriante de tão bom.

Você pode comprar o Rooibos Moon nas lojas físicas da Tea Shop ou pelo site, clicando aqui.

Nota: ★★★★☆

Resenha: Linha Seda Boom Liberado

Pois é, amiguinhos, o blog virou oficialmente um blog de resenhas! Não desistam de mim, eu ainda sei falar sobre outras coisas. E a resenha de hoje é da linha liberada e acessível que a garotada adora, a Seda Boom Liberado. Se você quer saber o que eu achei dessa linha e como ela se comportou no meu cabelo, é só continuar lendo 😉

Eu vi que a linha também possui uma Geléia Capilar, mas das duas, uma: ou não tinha no supermercado que eu comprei, ou eu não dei muita atenção mesmo (kkkk). Cada um desses produtos foi cerca de 11,80 no Walmart de Brasília. A linha é focada em cabelos cacheados e crespos, e Seda, por pertencer à Unilever, infelizmente não é cruelty free nem vegana.

Shampoo Seda Boom Liberado

Eu amei esse shampoo, e eu acredito que ele limpe muito bem o cabelo. Apesar de ser liberado para low poo, ele faz uma certa espuma e a gente adora. É um shampoo transparente, ao contrário do Meu Cacho Minha Vida da Lola que é perolado. É o shampoo perfeito para quem quer começar a seguir a técnica low poo, mas ainda está acostumado aos velhos shampoos tradicionais. O produto possui 325ml, o que é um ótimo custo benefício.

Condicionador Seda Boom Liberado

Eu não sabia se esse condicionador era liberado para no poo também, mas segundo esse blog, infelizmente ele é liberado apenas para low poo. O condicionador é bem legal, deixa o cabelo macio e bem emoliente. Não vi nada nele que o fizesse se sobressair ao da Lola e o da Salon Line que eu falei aqui, mas assim como o shampoo, o condicionador tem 325ml e um ótimo custo benefício. Eu, que gosto de produtos bem emolientes no meu cabelinho descolorido, gostei bastante do resultado.

Co-Wash Seda Boom Liberado

Esse foi o produto que mais me deixou curiosa na linha. Eu gosto de co-wash, mas para mim é aquela técnica “da pressa” quando só quero dar uma renovada no cabelo. Não consigo ficar sem shampoo nem condicionador convencionais! O Co-Wash da Seda Boom é liberadíssimo para low e no poo (todas comemora!). O defeito que eu encontrei nele é o rendimento: achei que é necessário muito produto para um efeito legal, e o potinho vem apenas 200 ml. Sinto que, se eu usasse apenas co-wash, não duraria nada na minha mão, e o meu cabelo não é comprido. A textura e o efeito que ele entrega nos meus cabelos me lembrou bastante o Milagre da Lola Cosmetics, que inclusive é outra tristeza na minha vida: descontinuaram o pote de 950g…

Minhas conclusões gerais sobre a linha: gostei bastante e vale super a pena, principalmente pelo preço e facilidade de encontrar (não é tão fácil assim achar Salon Line nos supermercados).

E você, o que achou da linha? Conta para mim nos comentários!

Resenha: Amazingly Earl Grey (Lipton)

Nem só de chás gourmet viverá o homem. Às vezes, a gente quer saborear uma caneca de chá por um preço mais amigo. Ou quem sabe, deixar alguns saquinhos no trabalho, levar para a faculdade, ou qualquer outro lugar em que a praticidade seja essencial. É em momentos como esse em que eu busco um bom chá de saquinho (porque sim, gente, eles existem!). E este aqui, o Lipton, é um excelente exemplo.

Earl Grey: um clássico

O Earl Grey é um tipo de chá aromatizado com essência de bergamota (também conhecida como tangerina). A variação mais comum é preparada com chá preto, que, como vimos anteriormente aqui no blog, é uma variação fermentada da Camellia sinensis, possuindo o sabor mais encorpado e alto teor de cafeína. Na Inglaterra, o chá preto é consumido em larga escala, tanto que eles possuem um blend muito conhecido de chá preto chamado English Breakfast.

O chá preto, ao redor do mundo, também é muito consumido com leite e açúcar, tornando-se uma versão um pouco parecida do nosso café com leite. A adição de canela ao chá preto, por exemplo, dá origem ao Chai, originário da Índia. Aqui no Brasil, o Chai tem caído no gosto dos brasileiros esse ano, assim como as casas de chá. Embora a onda ainda seja tímida, os maiores shoppings em capitais do país já possuem opções interessantes para quem quer desfrutar de chás provenientes do mundo inteiro.

Earl Grey vem do inglês e significa Conde Grey, a quem foi atribuído a popularização dessa mistura. Reza a lenda que o Conde Grey teria adquirido a bebida como um presente diplomático, mas a origem desse presente permanece incerta. O que sabemos é que a receita mais famosa de Earl Grey pertence à marca inglesa Twinings, que também comercializa no Brasil e é fácil de encontrar em grandes supermercados.

Essa variação de Earl Grey da Lipton possui o sabor de bergamota bastante acentuado, creio eu que até mais acentuado que o da Twinings (caso vocês queiram resenha do Earl Grey Twinings, posso fazê-la também). Ambos os chás são bastante aromáticos e saborosos, apesar de virem no saquinho. Lembrando que o preparo do chá preto exige as mais altas temperaturas da água, cerca de 95ºC, e cinco minutos de infusão. Ele não fica amargo como o chá verde, mas notei uma enfraquecida no sabor da bergamota ao infusioná-lo por muito tempo.

Você pode adquirir o Amazingly Earl Grey em grandes supermercados, como WalMart.

Nota: ★★★★☆

Resenha: BT Jelly Gloss Tint e Clear (Bruna Tavares)

Olá a todos! Se vocês pensaram que o blog virou só resenha de chá, estão muito enganados (ou não). Eu ainda planejo fazer algumas resenhas de cosméticos, mas segurei durante muito tempo até conseguir liberar a vocês a resenha dos BT Jelly, da Linha Bruna Tavares.

A caixinha do produto é lindinha, e contém as seguintes informações: “O BT Jelly Gloss possui uma textura firme que adere bem a boca sem escorrer. Além de deixar os lábios com um brilho glossy incrível, ele ainda hidrata e acalma. Beleza e cuidado aliados em um só produto! Textura suave, fácil aplicação, contém óleo de algodão e linhaça, livre de parabenos”. O produto ainda indica na caixa que contém Revinage®, uma tecnologia patenteada que promete lábios hidratados e sedosos. Está disponível em duas cores, Jelly e Tint, é cruelty free e vegano.

Antes de expor a minha singela opinião, gostaria de lembrar a vocês que EU comprei esse produto, não estou sendo paga de nenhuma forma para falar isso aqui (uma pena, porque poderiam!). Parece óbvio, mas algumas pessoas na internet acham que todos os produtos da Bruna Tavares são um lixo e que quem gosta está mentindo porque foi pago para isso. Não é o meu caso: eu compro todos os produtos dela com meu próprio dinheiro e por gostar muito da qualidade, da fórmula e da postura dela como empresária de beleza.

No caso dos BT Jelly, eu sou simplesmente APAIXONADA por eles. O gloss é realmente firme, então ele não sai tão facilmente da boca como um gloss comum. Óbvio que, se você comer e beber, ele sai, mas sai menos. Eu já estava achando isso fantástico, até que percebi que, com o uso contínuo, a minha boca ficou muito hidratada. A minha boca é meio fresca, o clima de Brasília é seco e não ajuda, então não é qualquer lip balm que me sirva. E no caso do BT Jelly, ele hidratou meus lábios lindamente.

BT Jelly Clear

Eu rodei Brasília inteira incessantemente atrás desse bendito BT Jelly Clear, que estava esgotado em todas as lojas que eu encontrava. Acabei encontrando o bonito numa loja de cosméticos dentro do Carrefour do Park Sul. Ele possui um cheirinho doce que eu gostei muito, até estranhei que só tem esse cheiro nele e não no Tint. Fiz questão de comprar esse e não de outra marca porque a fórmula é realmente diferenciada, com alto poder de hidratação, e é um gloss muito confortável, sem melecar muito.

BT Jelly Tint

Eu passei muito porcamente, mas por favor abafem. Esse BT Jelly Tint é a coisa mais linda e maravilhosa do mundo, é meu lançamento de maquiagem favorito de 2018 com certeza. Além da fórmula deliciosamente hidratante, ele dá um efeito de lábios corados que eu adoro (e já uso desde antes da modinha, diga-se de passagem, com o batom True Red da Panvel). O líquido é bem vermelho na embalagem, mas tem um tom translúcido que pode ser intensificado ou espalhado, de acordo com as suas necessidades. Se você quer comprar um deles, eu recomendo este!

O valor do BT Jelly oscila entre 30 a 35 reais. Você pode encontrá-lo em lojas físicas Renner e Riachuelo, ou online em sites como Tblogs.

O que acharam? Comentem! 😉