Todas as minhas bases: acabamentos, coberturas e faixas de preço

Olá, tudo bem com você? Comigo sim! Hoje eu vim trazer para vocês um post que eu imagino que faça sucesso com quem gosta de maquiagem. Geralmente, o item que todo mundo procura é a tal da base. (Corretivo também, mas quem sabe eu não estenda esse assunto para um outro post?)

Eu tenho uma quantidade razoável de bases (você, por exemplo, pode resolver a sua vida com uma ou duas!)… Antigamente, não era um item de maquiagem que eu usava muito. Me interessava muito mais pelo corretivo nas olheiras e pronto. Mas aprendi a amar bases quando elas são leves e de acabamento luminoso.

Mas peraí…? O que é acabamento luminoso? O que é acabamento matte? Qual é a base ideal para o meu tipo de pele? Essas e outras perguntas você encontrará a resposta aqui no Globo Repórter.

Para maiores informações… a minha pele é normal, com tendência a ficar seca no inverno e mista no verão. Eu moro em Brasília, que costuma ser uma cidade muito seca mesmo no período de chuvas. Aqui é bem quente, mas não chega a ser o calor de uma cidade no Nordeste.

Bases Luminosas

Bases luminosas são aquelas que deixam o seu rosto ~iluminado~, ou seja, brilhante. Mas atenção: não é porque a base é luminosa que ela vai ser sebosa. Guarde esse mantra no seu coração. Uma base pode muito bem ser luminosa e ser oil free. Porém, a base luminosa costuma não segurar a oleosidade da pele. É isto. Ela não vai piorar, mas também não vai melhorar a situação. E é por isso que algumas pessoas de pele oleosa conseguem se adaptar bem a elas, seja com a preparação de pele ou com a finalização com pó.

O BB Cream Clareador Latika possui FPS 44, o que é excelente para o dia a dia. Eu mesma uso quase todos os dias (quando quero sair maquiada, senão eu só uso protetor solar mesmo e deu). Eu AMO o acabamento desse BB Cream, é bem luminoso meixmo. Acho que a galera do matte vai querer sair correndo. A cobertura é de leve a média (mais pra média, eu diria), acho que é o BB Cream com maior cobertura que já usei. A minha cor é a Bege Claro, e infelizmente só possui três tons. A marca é cruelty free. Custa de 60 a 70 reais e você pode comprar aqui.

A Healthy Mix Serum Bourjois é uma base leve a média (para uma cobertura média mesmo, você pode escolher a Healthy Mix original que tem um acabamento similar com cobertura maior). Essa base é perfeita para quem tem pele madura. O cheirinho dela é uma delícia, e a fórmula é enriquecida com frutas e vitaminas. Deixa a pele bem iluminada e é ideal para o dia a dia, mas não possui SPF (o que é uma vantagem para quem quiser usar à noite também, pois assim não estoura no flash). A minha cor é a 52 Vanille: a gama de tons é um pouco limitada, com só seis tons. Infelizmente, a marca não é cruelty free. 🙁 Custa 101 reais e você pode comprar aqui.

Bases Acetinadas

As bases acetinadas são as mais versáteis e costumam ir bem com todos os tipos de pele. São a transição entre o luminoso e o semi-matte: o acabamento é um pouco mais sequinho, mas ainda traz um viço natural à pele. Pessoas com a pele muito seca podem preferir fazer uma camada de hidratação potente antes de usá-las, assim como pessoas com a pele muito oleosa podem caprichar no pó finalizador para mantê-las intactas. São as minhas favoritas para sair à noite.

A base Ultra HD Make Up For Ever é a base mais rainha das bases que eu já usei na minha vida. Também pudera, com o preço dela, ela devia transformar meu rosto no da Beyoncé. rs A cobertura dela é média, mas a tecnologia dela é tão boa que parece que você cobriu todas as imperfeições sem passar nada. É muito levinha na textura, você praticamente não sente a base, mas a cobertura é ótima. A minha cor é a Y235 e a gama de cores dessa base é digníssima (amém!). Make Up For Ever também não é cruelty free. Custa a bagatela de 210 reais e pode ser comprada aqui.

A Air Power Make B O Boticário veio na leva das bases conta-gotas. Ela possui uma “irmã” que é a Base Superfluida Quem Disse Berenice. Quando eu fui comprar essa base, fui direto na loja da Quem Disse Berenice testá-la, mas ela craquelou no meu rosto e deixou um aspecto muito seco. Sendo assim fui na loja O Boticário comprar a Make B e não me arrependo. Ela fica bem sequinha na pele, mas sem craquelar. O FPS é 55, o que torna a base super amigável para usar durante o dia e justifica um pouco o preço alto. A cobertura vai de leve a média e a minha cor é a Bege Claro 01. A gama de tons é ridícula e só tem seis tons. A marca é cruelty free. Custa 89,90 e você pode encontrá-la aqui.

A SuperStay 24h Maybelline da fórmula antiga é uma excelente base. Deu uma superfaturada desnecessária nos últimos anos, indo de 50 a 70 reais em um pulo. Infelizmente, a nova fórmula é ainda mais cara que essa (ouvi dizer que está sendo vendida a 90 reais nos quiosques…). Acho que a Maybelline perdeu a noção e os preços estão altíssimos. 50 reais num rímel que custa 7 dólares? 70 reais num corretivo que custa 10 dólares? Essa base, apesar de ótima, para mim não vale um investimento tão alto. Não pela duração dela, que é excelente (não fiquei 24 horas com ela, mas dura bastante a uma festa com suor e calor). Os tons claros dela são muito rosados, o que me obriga a usar um corretivo amarelo para consertar o subtom. A minha cor é a Classic Ivory Light. A marca não é cruelty free. Creio que essa versão vá sair de circulação, mas ainda dá para encontrá-la aqui.

Bases Semi-matte

A base semi-matte, ou soft matte como alguns preferem chamar, é uma base de acabamento opaco, mas que não fica tão seca na pele. Pode ser usada tranquilamente em peles mistas a oleosas. Algumas peles normais vão pedir mais hidratação, outras também vão se adaptar bem a ela. É um tipo de base, porém, que já começa a não ser recomendável para peles secas, a menos que você dilua em um hidratante.

A Base Líquida Soft Efeito Matte Dailus é uma queridinha minha, tanto que este já é meu segundo tubo dela (e para eu chegar a esse ponto é porque foi amor eterno). Eu não tenho conseguido usá-la agora porque sinto que minha pele tá numa vibe seca, mas no calorão ela fica perfeita para mim. A cobertura é média, bem média mesmo, e a textura dela é bem gostosa de passar. Acho ela bem versátil, já consegui usar tanto no dia a dia quanto num casamento. A minha cor é a 04 Bege Claro e a marca possui oito tons. A marca é cruelty free. O preço não costuma passar de 30 reais, e ela pode ser achada aqui.

A Base Matte Pausa Para Feminices é bastante polêmica. Muitos amam, muitos odeiam. Acho que sou a única pessoa nessa blogosfera inteira que gosta mais ou menos dela. Ela é a versão rebocão da base anterior. Como eu não gosto de reboco, uso um pinguinho dela e ela seca bem no rosto e fica ótima. Porém, já tentei fazer uma cobertura mais grossa com ela e não deu muito certo. Não é a maior caçamba de lixo como o pessoal diz, mas também está longe de ser uma das minhas favoritas. A minha cor é a 1,5 e a gama de tons dela é muito boa. A marca é cruelty free e a base é vegana. Custa 35,90 e pode ser encontrada aqui.

Bases Matte

A base matte é o maior hit entre as brasileiras, principalmente por ser a melhor base no quesito controle de oleosidade. O acabamento dela fica opaco e muitas vezes dispensa o uso do pó. Fuja dela se você tiver a pele seca! Peles normais, dependendo do gosto de quem estiver usando, podem usá-la sem problemas. Eu confesso que não gosto muito dela, para mim o limite da secura (rs) fica no semi-matte. Mas reconheço que muitas de vocês gostam, então vamos falar delas aqui também.

A TimeWise Mary Kay de acabamento matte (pele mista a oleosa) veio parar nas minhas mãos porque minha mãe comprou errado. Ela odiou a base. Era um pouco óbvio que ela ia odiar, se a pele dela é seca! Eu não tenho a pele tão seca assim e também não gostei, porque ela é matte ao quadrado. Mas talvez isso seja justamente o que te agrade nela! A cobertura é média, podendo ser alta também. Infelizmente, para comprá-la é necessário uma consultora Mary Kay (e é justamente por isso que eu não tenho por onde indicar um site para a compra). Eu utilizo uma mistura dos tons Ivory 03 e Beige 05 (um extremamente claro e outro extremamente escuro), por isso não tenho como dizer a vocês o meu tom. Porém, a gama de cores é boa e acredito que muita gente encontre o seu tom. A marca não é cruelty free. Custa cerca de 60 reais.

A Avon True Flawless Ultramatte é a única base matte que eu já gostei na vida. O acabamento dela é leve a médio. O acabamento dela é super sequinho, mas não fica ressecado. Acredito que muita gente vá gostar dessa fórmula. O defeito dela, para mim, é a oxidação que é absurda e dificulta muito a escolha de tons, que já é difícil de ser feita pelo catálogo da revista. Assim como a Mary Kay, a Avon é vendida por consultoras (e eu realmente recomendo que você compre por uma consultora para poder ajudá-las nesse trabalho tão árduo), mas se você não conhecer nenhuma, é possível comprar pelo site. O meu tom é o Bege Claro, e a marca possui dezoito tons de puro deleite e satisfação. A marca não é cruelty free. O preço cheio dela é 42,99, o que para mim é um pouco alto pelo o que ela entrega, mas fique atento às promoções.

E é com muita satisfação pessoal que finalizo esse post, que creio ser muito útil a quem procura uma boa base mas não sabe nem como começar a procurar. Se você gostou desse post, peço que compartilhe com seus amigos apaixonados por maquiagem! 🙂

Carol

Resenha: Indian Chai (Twinings)

Sexta passada não teve a famosa Resenha de Chás do blog, mas eu venho compensar com um tipo de chá que vocês adoram! O Chai é um chá preto originário da Índia acrescido de especiarias, com uma proeminência especial de canela, o que o faz um chá bastante saboroso e aromático para ser consumido até mesmo sem açúcar. No entanto, seu estrelismo total vai para a mistura de chai + leite + açúcar, que é como a bebida costuma ser servida. Eu já havia provado desse mesmo blend da Twinings em outra oportunidade, mas devo confessar que é um sabor bastante difícil de achar em supermercados.

Indian Chai puro

A minha forma favorita de consumir qualquer tipo de chá é pura e simples: apenas a erva e a água. Mas não pense que esse meu gosto surgiu da noite para o dia. Foi um hábito que eu ia alimentando aos poucos, dia após dia. No começo, eu tomava tudo bastante adoçado com açúcar. Depois, troquei para o adoçante (tem gente que não suporta adoçante… para mim funcionou, mas reconheço que é horrível mesmo). O que me fez driblar o sabor forte e enjoativo do adoçante foi diminuir a quantidade. E assim, naturalmente, eu fui diminuindo as gotas até chegar a zero. Também tomo café sem absolutamente nada para adoçar. As pessoas me olham estranho, até julgam um pouco, mas eu garanto a vocês que vale muito a pena. Dessa forma, você pode aproveitar o máximo sabor das bebidas sem interferências: os chás se tornaram muito mais deliciosos para mim, e mesmo o café, que não costuma ser minha preferência, está muito mais prazeroso de tomar.

A exceção para essa minha “regra” é quando a mistura envolve leite!

Indian Chai com leite

O leite faz a coisa mudar de figura para mim: se vou tomar café com leite ou chá com leite, acrescento açúcar. Claro que não vou enfiar o pote inteiro, igual algumas pessoas fazem, mas acho que a mistura faz muito mais sentido com um pouco de doce. Para o Chai, não seria diferente. Tanto o Indian Chai quanto o English Breakfast são blends de chás altamente recomendáveis com um pouco de leite, pelo sabor forte e que acaba “fazendo o papel do café”.

O Chai com leite é uma dessas misturas mais deliciosas que já provei. E eu não sou muito fã de chá com leite. Acho que vale muito a pena comprar esse blend pela versatilidade: fica bom tanto puro quanto com leite. O sabor de canela sobressai sempre, e isso me agrada muito. A Twinings está de parabéns com esse blend, acho que é por isso que não consigo encontrar em lugar nenhum. haha

Você consegue comprar Twinings em supermercados grandes, como Extra, Carrefour e Walmart.

Nota: ★★★★★

Precisamos falar sobre a Coreia do Norte: “Para Poder Viver” (Yeonmi Park) e “Fuga do Campo 14” (Blaine Harden)

Olá! Antes de começar, gostaria de dizer que este post não é uma resenha sobre os livros, apenas uma reflexão pessoal que tive ao lê-los. Não pretendo entrar em detalhes sobre o conteúdo destes, até porque acredito que sejam experiências de leitura muito ricas. Mas posso adiantar uma coisa: sua percepção pessoal sobre humanidade jamais será a mesma.

Desses, o primeiro que li foi Fuga do Campo 14. Encontrei este livro ao acaso na Saraiva em 2012, no próprio ano de publicação dele. Eu sempre me interessei muito por cultura asiática, então confesso que isso atraiu um pouco a minha atenção. Além disso, é um livro muito bem produzido, com um projeto visual bem interessante e uma capa porosa. Eu tinha 16 anos quando li esse livro, e foi um ano de leituras muito marcantes (1984 e O Retrato de Dorian Gray, por exemplo). Eu nunca vi ninguém falar sobre Fuga do Campo 14, o que é bem triste, mas lembro muito bem de sentir vários socos no estômago ao perceber que estes seres humanos passam por situações de escravidão, tortura, morte, fome, e ninguém no mundo se pronuncia a respeito. Todo mundo sabe e não sabe dos acontecimentos na Coreia do Norte.

“Mas como assim, sabem e não sabem?” Simples. Nós, ocidentais, somos naturalmente inclinados a acreditar que vivemos na plena democracia, e que os governos do oriente são sanguinários e excludentes. Mas a reflexão para por aí. Não sabemos o quão sanguinários ou o quão excludentes estes são. Alguns apenas dizem ser tudo “culpa do comunismo”, o que não explica as ditaduras de direita que também cometeram diversas atrocidades.

Existe uma diferença muito grande entre os protagonistas desses livros: Shin Donghyuk nasceu dentro de um campo de concentração para presos políticos. Dessa forma, dentro do sistema de castas norte-coreano, ele se encontrava na pior posição possível. Park Yeonmi vinha de uma família de “classe média”, em que seu pai e tios trabalhavam diretamente para o governo. Só isso já deveria ter tornado a experiência dos dois muito diferente. No entanto, ao ler ambos os livros, eu senti que ambos passavam por exatamente as mesmas coisas. O quão desesperador é isso? Assim como Shin, Park também passou fome, não possuía o direito de ir e vir nem dentro do próprio país e teve perdas na família causadas pela supremacia da ditadura Kim. Inclusive, ao ler a biografia de Shin, muitas vezes tive a sensação de que a história dele, apesar de se passar especificamente num campo de concentração, poderia ser a história de qualquer norte-coreano.

A história de Yeonmi é recente. Publicada em 2016, porém apenas cheguei a lê-la esse ano de 2018. Yeonmi é apenas três anos mais velha que eu, e ao ler sobre sua fuga em 2007, com apenas treze anos, fiquei muitas vezes imaginando como seria se eu estivesse no lugar dela. Principalmente quando ela relata as questões de estupro, abuso e tráfico humano sofridas em 2008, durante as Olimpíadas da China. Eu estava na 7ª série (8º ano), estudando sobre as tais olimpíadas e fazendo uma Feira de Ciências na escola, feliz e plena ao falar sobre as maravilhas do Japão e da China. Yeonmi, por sua vez, teve de largar os estudos no primário e apenas pôde retomá-los quando finalmente chegou à Coreia do Sul. Eu não sei colocar em palavras o que senti ao ler isso. Foi um misto de vergonha e de revolta em ter tantos privilégios enquanto uma pessoa que nasceu na mesma época que eu, apenas em outro lugar, sofreu tanto.

O Brasil, enquanto nação, ainda se mantém sob um regime democrático. Isso significa que eu posso vir aqui, no meu próprio site, expressar a minha opinião e as minhas impressões sobre o que eu quiser. E não é porque essa democracia se mantém há mais de 30 anos que ela não esteja ameaçada. Precisamos sempre, independente do governo em que estamos, manter esta democracia em constante manuntenção e vigilância. Não podemos nos enganar por políticos que prometam melhoras mirabolantes ou soluções milagrosas. Existem muitas nações que caíram nesse papo, e o resultado disso custou muito caro.

Para conferir os outros livros que leio, não deixe de acessar o meu Skoob!

Abraços,

Carol

Maneiras que eu encontrei para cuidar de mim e me sentir melhor

Olá! Seja bem-vindo(a) ao meu blog. Caso esse seja seu primeiro post por aqui: meu nome é Carolina (como sugere o título do blog), eu tenho 22 anos e, assim como você e a maioria das pessoas, sofro com problemas de autoestima, falta de esperança no futuro, desespero, etc. Essas coisas básicas que vêm no starter pack de todo jovem do século XXI.

Sendo assim, o que nós temos ao nosso alcance para minimizar os sentimentos ruins? Eu gosto muito, muito mesmo, desse vídeo da Lu Ferreira. Além de ser uma belíssima obra de arte fotográfica, ela mostra atitudes simples que podem afastar o baixo astral da nossa rotina. E é basicamente partindo desse mesmo princípio que eu trouxe o post de hoje. Confira:

Tomar chá

Não é novidade para ninguém que o chá é um hábito bem rotineiro na minha vida. E, é claro, se você não gosta de chá, pode optar por tomar um café. Eu pessoalmente não recomendo muito o café porque sou muito sensível a cafeína, então a bebida me deixa “ligada no 220”. Claro que para algumas pessoas pode funcionar melhor. Eu confesso que não tomo muito nem o chá preto, tipo de chá bastante concentrado em cafeína, por esse motivo.

Mas o mais legal do chá, na minha opinião, é a variedade de cores, sabores e aromas. Por mais que os blends de café possam diferir, nem se compara às milhares de opções diferentes de chás e infusões no mercado. Eu acredito que uma bebida quente seja bastante calmante e terapêutica. No caso do chá, eu acho que o chá verde é um verdadeiro “spa numa caneca” por suas propriedades antioxidantes e seu sabor delicado.

Beber bastante líquido durante o dia

Eu tomo um medicamento que me “obriga” a beber sempre muita água. Mas mesmo antes desse pormenor, eu já tinha o hábito de manter sempre algum copo ou garrafa de água por perto. Em casa, ainda tenho a oportunidade de fazer uma caneca de chá e manter esssa hidratação bem completa. E daí, sento em frente ao computador e vou cuidar dos meus afazeres do dia: estudar, trabalhar nos meus freelancer, ou até mesmo jogar um pouquinho de The Sims, por que não? rs

Fazer máscaras faciais

Eu vivo mostrando no meu instagram (segue lá! @carolinahaine) quando eu faço algum tipo de máscara facial. No começo, eu achava extremamente chato fazer isso, mas consegui incorporar na minha rotina, assim como as máscaras que uso no cabelo, e virou hábito. Acho extremamente relaxante juntar o momento da máscara facial com uma caneca de chá verde… aí já viu. rs

Essas máscaras de saquinho costumam render dois usos, embora sejam teoricamente de uso único. Também gosto muito dessas que vêm no tubinho e rendem vários usos. Uma outra opção, bem barata e inclusive muito boa, é comprar a argila pura em casas de cosméticos e fazer sua própria máscara, misturando o pó com água ou soro fisiológico. Algumas gotas de óleo essencial ainda podem potencializar o efeito.

Organizar a vida

Eu tenho esse caderninho que teoricamente é uma mistura de bullet journal com listas. Eu não tenho toooooda a disciplina do bullet journal nele, costumo escrever como se fosse um caderno bem “caixa de entrada mesmo” (conheça o conceito de caixa de entrada, entre outros, no Vida Organizada). Mas tenho gostado tanto de poder personalizá-lo a meu gosto que nunca mais comprei uma agenda. Desde 2013, só tenho usado cadernos sem pauta, que me permitem criar o que eu quiser. E às vezes, quando a gente tá mais triste, é divertido dar uma revisitada nos cadernos, usar canetinhas e washi tapes, entre outras coisas.

Ler!

Ler é o melhor passatempo de todos, na minha opinião, por ser extremamente democrático. Você pode optar por ler um livro bem leve e divertido, ou se aventurar num clássico que te mantenha reflexivo por semanas ou até meses. Tudo depende do seu interesse e do quanto você está disposto a se dedicar nisso. Alguns livros nos exigem leituras prévias e póstumas, outros se bastam por si só.

Um dos meus aparelhos eletrônicos favoritos é o Kindle. Com ele, posso levar para qualquer lugar uma coleção imensa de livros, sem contar o conforto e a praticidade da tela. Na foto, mostro o meu autor favorito com uma das obras que mais me marcou, Oscar Wilde e “A alma do homem sob o socialismo”, e a trilogia Lua Azul que foi escrita pela minha mãe, Leca Haine.

Lembrando. Consulte sempre um profissional caso você não se sinta bem. Caso precise de ajuda, ligue gratuitamente no CVV pelo número 188.

Abraços,

Carol